Contado por Beatriz Lepak no blog Falemos de Sexo...
Não há muito tempo consegui concretizar uma das minhas fantasias sexuais.
Sexo com um polícia, sem violência mas com muita submissão já que as algemas assim o permitem, e a voz da autoridade também.
Já tinha reparado nos seus olhares quando ia tomar o meu café habitual no mesmo local que ele. O calor do verão permitia que eu andasse mais a vontade, com um top ou uma saia, que com certeza alimentava a sua fantasia.
Eu sabia que ele era casado, mas antes de mais sabia que ele era polícia, e isso para mim não passava ao lado.
Resumindo muitos olhares, muitos dias de provocação, conto então como foi...
Vinha eu do trabalho, já cansada e só pensando em tomar um banho, quando o vejo a vir em minha direcção. Ao passar por ele abrandei o passo deixando-o apreciar mais um pouco tudo aquilo que ele poderia ter. E sabia, tinha a certeza que se olhasse para trás e desse o sinal ele saberia o que fazer. E ele fez.
Claro que fomos muito discretos, ou não morássemos na mesma rua... mas quando dei por mim já ele estava atrás de mim à espera do elevador.
Ao trancar a porta já sentia o volume das suas calças no meu rabo a fazer pressão e as suas mãos já estavam prontas para percorrer tudo o que ele tinha direito. Mas para não perder o sentido da minha fantasia contei-lhe como tinha pensado que poderia ser, e escusado será dizer que ele não recusou. Os homens adoram dominar e este não era excepção.
E não era excepção também a vontade dele de começar com uma boa mamada, ele de pé e eu de joelhos, ele a puxar os meus cabelos e eu a lamber-lhe tudo, de cima a baixo e para meu espanto, pois não é normal, ele quis vir já assim, e disse: "assim quando entrar em ti dura mais tempo" e veio na cara, na boca, no top, nas mamas, enquanto continuava a me puxar pelos cabelos e eu continuava a sugar o que podia.
Depois daquele jacto que ele soltou de prazer "mandou-me", porque tínhamos combinado que ele mandava, tomar banho e ficou a ver. Ainda molhada fomos para a sala e sentou-me em cima da mesa enquanto ele sentou-se numa das cadeiras, só de lembrar, quando abriu-me as pernas, e sim, lambeu-me toda, toda mesmo, enfiava um, depois dois, três dedos e lambia e eu não o podia tocar, não me deixava, apertava-me o rabo com força enquanto quase que comia, de repente parou… eu louca de prazer e ele parou porque sabia como eu estava, o que eu queria, sentia o meu prazer, e porque mandava parou.
Perguntou pelo quarto. Fomos. Mandou-me ficar de quatro na beira da cama e ele de pé. Eu já sabia o que vinha por aí. Começou por passar a mão na minha rata que latejava de tanto prazer e já toda molhada, mais do que molhada, levava o líquido até o buraco do rabo, descia e subia, enfiando o dedo para ajudar a abrir...
Quando já estava suficientemente aberto começou a passar o seu pénis já duro outra vez pela minha rata, pelo meu rabo, até que começou a enfiar devagar enquanto me agarrava com força e me apertava as nádegas e me fazia gemer.
A intensidade foi aumentando, o prazer também e a loucura mais que tudo, sentindo o meu prazer após um tapa ao de leve, outros vieram com mais força; assim como os gemidos e os gritos de prazer misturados com aquela dor que fazia bem.
Para minha infelicidade ele não tinha as algemas com ele mas, para não perder a fantasia, agarrou-me os braços atrás das costas enquanto continuava a me penetrar e perguntava:
- É isso que queres? É assim que queres?
E eu só conseguia responder:
- Sim, sim.
Louca de prazer com toda aquela situação. Depois de minutos e minutos assim, para frente e para trás em que ele me guiava com força penetrou-me finalmente na rata molhada e cheia de fome de o sentir, de o ter cá dentro e, penetrou-me com tal força e tesão que era impossível não gritar, que era impossível não vir e me vim toda enquanto ele continuava a me dar marteladas de prazer e eu já sentia também que ele não aguentava muito mais tempo. Mas ele não quis vir assim. Virou-me a cara de frente para ele e desta vez fiz-lhe um broche ainda melhor que o outro. Digo eu, ao que ele entre gemidos cada vez mais frequentes veio em cima de mim enquanto eu continuava a chupar e lamber aquele pénis bom e salgado do prazer que ele sentiu.
E pronto, meus amigos amantes de sexo, foi assim a minha a primeira experiência com o meu polícia. Voltamos a estar juntos outras vezes, com direito a algemas, mas não é para contar agora...
De vez em quando ao fumar um cigarro na janela vejo-o e só isso faz-me ficar toda molhada...
E faz-me fazer outra coisa também para aliviar a minha tensão. Desafio-vos então a descobrir o que é...
Beijinhos!

1 comentários:
29 de fevereiro de 2008 às 01:33
Morceguito, parabéns pelo espaço! Muito interessante essa ideia de reunir num blog o que há de erotismo na internet, sobretudo no Orkut, realmente há muito por lá. Além disso o visual do blog está maravilhoso, gostei! Depois vou indicá-lo lá no meu blog, ok?
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